
Um milhão de euros é quanto a Federação Portuguesa de Futebol poderá já ter perdido devido à ausência de Cristiano Ronaldo em jogos particulares da Seleção Nacional. A polémica criada em redor da doença do avançado do Real Madrid que esteve na origem da sua última falta, procura ser atenuada pelos responsáveis da FPF que em vésperas de dois jogos decisivos para o futuro da equipa nacional preferem evitar todos os conflitos a propósito da cedência de jogadores por parte dos clubes.
Ontem, Carlos Godinho, diretor de futebol da FPF, reafirmou o que Gilberto Madaíl já havia dito na véspera a Record: as críticas do organismo não foram dirigidas a Cristiano Ronaldo mas às deficiências internas do Real Madrid, reconhecidas publicamente por Jorge Valdano. Exemplo disso (para além das falhas de comunicação no caso dos relatórios médicos de Ronaldo) o facto de Pepe ter chegado a Lisboa no dia da concentração para o jogo no Liechtenstein com várias horas de atraso porque ninguém no Real Madrid soube informá-lo do horário do voo previamente reservado pela FPF.
A par de eventuais problemas internos que a ausência de Cristiano Ronaldo pode provocar, a FPF tem de lidar com as penalizações contratuais nos jogos particulares. Por ter sido apenas suplente utilizado frente à África do Sul (em Lausana, a 3 de abril) e ter falhado os jogos com a Estónia (10 junho, em Tallinn) e Liechtenstein (12 agosto, em Vaduz), Cristiano Ronaldo "custou" cerca de um milhão de euros à FPF, segundo Record apurou: 150 mil euros no primeiro caso e 400 mil euros nos outros dois. Fonte Record por JOSÉ CARLOS FREITAS
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