
O seleccionador português, Carlos Queiroz, explicou ontem que o estilo de futebol praticado pela selecção nacional não se enquadra nas características do avançado do Benfica Nuno Gomes.
«O Nuno Gomes joga a avançado e até tem um recorde muito positivo. Mas o motivo por que não é chamado não é somente o facto de não ser titular [no Benfica]. A verdade: pelo que tenho visto em treinos e em certas observações de jogos, entendi que, hoje, o futebol do Nuno não se casa nem se coaduna com o futebol da selecção nacional», disse, no programa televisivo da SIC-Notícias, Dia Seguinte.
Antecipando leituras definitivas sobre as suas palavras, Queiroz rectificou: «Atenção, a minha afirmação não significa que ele não esteja nos meus planos».
Demorando-se a justificar os motivos que suportam as ausências do avançado nas convocatórias da selecção nacional - incapaz de marcar qualquer golo nos últimos três jogos de apuramento para o Mundial’2010 -, Carlos Queiroz frisou que, «no momento das convocatórias, [Nuno Gomes] não tinha rendimento suficiente para ser integrado na equipa», mas reiterou que «pode ser convocado a qualquer momento».
Não será, porém o historial goleador do jogador na selecção, 28 golos em 63 jogos, que irá convencer Queiroz.
«A verdade é que Portugal, com ou sem Nuno Gomes, de 1997 a 2006 teve Pedro Pauleta, melhor marcador de sempre da selecção [com 47 golos em 88 jogos], goleador de Espanha e de França. Foi sempre um descanso», notou.
Já sobre Liedson, Queiroz mostrou outra abertura: «É um caso específico. Tem de ser analisado: primeiro pela Federação e pelo jogador, que tem de adquirir a nacionalidade e, depois, manifestar o seu grau de identificação com Portugal. Só depois me pronuncio». Fonte Jornal Destak por Rui Alexandre Coelho
«O Nuno Gomes joga a avançado e até tem um recorde muito positivo. Mas o motivo por que não é chamado não é somente o facto de não ser titular [no Benfica]. A verdade: pelo que tenho visto em treinos e em certas observações de jogos, entendi que, hoje, o futebol do Nuno não se casa nem se coaduna com o futebol da selecção nacional», disse, no programa televisivo da SIC-Notícias, Dia Seguinte.
Antecipando leituras definitivas sobre as suas palavras, Queiroz rectificou: «Atenção, a minha afirmação não significa que ele não esteja nos meus planos».
Demorando-se a justificar os motivos que suportam as ausências do avançado nas convocatórias da selecção nacional - incapaz de marcar qualquer golo nos últimos três jogos de apuramento para o Mundial’2010 -, Carlos Queiroz frisou que, «no momento das convocatórias, [Nuno Gomes] não tinha rendimento suficiente para ser integrado na equipa», mas reiterou que «pode ser convocado a qualquer momento».
Não será, porém o historial goleador do jogador na selecção, 28 golos em 63 jogos, que irá convencer Queiroz.
«A verdade é que Portugal, com ou sem Nuno Gomes, de 1997 a 2006 teve Pedro Pauleta, melhor marcador de sempre da selecção [com 47 golos em 88 jogos], goleador de Espanha e de França. Foi sempre um descanso», notou.
Já sobre Liedson, Queiroz mostrou outra abertura: «É um caso específico. Tem de ser analisado: primeiro pela Federação e pelo jogador, que tem de adquirir a nacionalidade e, depois, manifestar o seu grau de identificação com Portugal. Só depois me pronuncio». Fonte Jornal Destak por Rui Alexandre Coelho
0 comentários:
Enviar um comentário