
O director-executivo do Mundial'2010 da Àfrica do Sul, Danny Jordaan, disse à Agência Lusa que está a "cruzar os dedos" pela qualificação de Portugal para a fase final da prova.
"Vamos cruzar os dedos, queremos que Portugal se qualifique e esteja na África do Sul. Não vamos entrar em pânico", disse Jordaan, à margem de uma cerimónia de apresentação do país enquanto anfitrião do Mundial.
Jordaan lembrou também a recente escolha de Cristiano Ronaldo como melhor jogador FIFA de 2008 e salientou a "grande qualidade" da selecção portuguesa, pelo que, na sua opinião, resta esperar que Portugal recupere na campanha de apuramento.
Na base da apresentação no Centro Cultural de Belém vários interlocutores abordaram os aspectos mais apelativos da África do Sul enquanto destino turístico e também como palco do futebol mundial em 2010.
E foi nesse contexto, aliado à importância das ligações do país com os portugueses - mais de meio milhão de emigrantes vivem na África do Sul, que a embaixada sul-africana promoveu esta iniciativa.
"Temos mais de 500 mil portugueses na África do Sul, temos mais de 30 mil turistas portugueses a irem à Á frica do Sul, temos muitas ligações de negócios. É importante para nós como destino e no contexto do Mundial como selecção", justificou Jordaan.
Nos aspectos de segurança, Jordaan referiu que o país já investiu 1,3 mil milhões de rands (96,6 milhões de euros) num plano a ser acompanhado pela própria FIFA. "Estamos a investir para garantir que o evento é seguro. Estamos a recrutar novos polícias (com um acréscimo de 41 mil agentes), a distribuir câmaras de vigilância pelas cidades, carros, helicópteros e submetemos à FIFA, em Junho de 2008, um plano de segurança para o Mundial", revelou.
Danny Jordaan disse também à Lusa que o país já conta com quatro dos 10 estádios do Mundial - a serem usados já este ano na Taça da Confederações - e que espera ter os restantes seis prontos em Dezembro, a 6 meses do campeonato.
"Queremos que todos estejam finalizados em Dezembro deste ano, para podermos contar com um período de testes de 6 meses e queremos fazer três testes operacionais", concluiu. Fonte Jornal Record
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