Estádio 1º de Maio

Quatro mil pessoas assistiram hoje ao treino da seleção portuguesa de futebol, agora sob o comando de Agostinho Oliveira, o primeiro de preparação para os jogos com o Chipre e a Noruega, de apuramento para o Euro2012.

A equipa portuguesa, que ainda não contou com Yannick Djaló, chamado para substituir o lesionado Silvestre Varela, joga sexta feira em Guimarães com o Chipre e, a 07 de setembro, em Oslo, com a Noruega, os dois primeiros jogos na caminhada rumo ao Europeu da Polónia e da Ucrânia.

Este foi também o primeiro treino da seleção depois da participação no Mundial e do conhecimento do castigo ao selecionador Carlos Queiroz.

Queiroz foi suspenso por um mês pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol e também por seis pela Autoridade Antidopagem de Portugal, na sequência de incidentes registado ainda na Covilhã, na preparação para o Mundial.

O período de férias chamou quatro mil pessoas ao “velho” Estádio 1.º de Maio, em Braga, e os apoiantes não se cansaram de mostrar afeto por Eduardo, ex-guarda-redes do clube bracarense e agora no Génova, de Itália.

Ricardo Quaresma, chamado para o lugar de Cristiano Ronaldo, também lesionado, foi outro dos jogadores muito ovacionado, tal como Tiago, que também já passou pelo Sporting de Braga.

Nuno André Coelho e Liedson, que jogaram na noite de segunda feira, na vitória do Sporting na Figueira da Foz, frente à Naval 1.º de Maio, fizeram apenas aquecimento e trabalho de recuperação.

Os restantes jogadores, findo o aquecimento, organizaram-se em duas equipas, com Tiago a servir de “joker” e a alinhar pela formação que atacava.

Com os coletes verdes, alinharam Eduardo, Sílvio, Rolando, Ricardo Carvalho, Miguel Veloso, Quaresma, Nani e Hugo Almeida e, pela equipas dos “amarelos”, Beto, Miguel, Bruno Alves, Fábio Coentrão, Manuel Fernandes, Raul Meireles, João Moutinho e Danny.

Quaresma, Nani e Moutinho foram os autores dos três golos do mini jogo realizado, numa sessão de trabalho com uma hora e 10 minutos de duração.

No final da sessão, os jogadores deslocaram-se junto das redes de proteção e distribuíram autógrafos, para felicidade do público presente no recinto minhoto.

A seleção portuguesa volta a treinar quarta feira, de novo no Estádio 1.º de Maio, numa sessão agendada para 10:30 e com apenas 15 minutos abertos à comunicação social, naquele que será o primeiro treino de Djaló que, ainda hoje, se junta à comitiva. Fonte Site Futebol365





A selecção inglesa de sub-21, que na próxima sexta-feira defronta Portugal em Barcelos, em jogo decisivo para a qualificação do Europeu da categoria, viu-se privada de quatro jogadores, por lesão.

O técnico Stuart Pearce foi forçado a alterar a lista da equipa que viaja esta quarta-feira para Portugal, face aos impedimentos do médio Jack Rodwell (Everton), do ponta-de-lança Andy Carroll (Newcastle) e do avançado Henry Lansbury (Arsenal), bem como do guarda-redes Alex Smithies (Huddersfield).

Pearce chamou apenas o guarda-redes Jason Steele, do Middlesbrough, para integrar os trabalhos de preparação que a equipa realiza no centro de estágios de Colney.

Confira os convocados da selecção inglesa:
Guarda-redes: Frankie Fielding (Blackburn), Scott Loach (Watford) e Jason Steele (Middlesbrough)

Defesas: Ryan Bertrand (Nottingham Forest), Phil Jones (Liverpool), Martin Kelly (Liverpool), Michael Mancienne (Chelsea), Micah Richards (Man. City), Chris Smalling (Man. United) e Kyle Walker (Tottenham).

Médios: Marc Albrighton (Aston Villa), Tom Ceverley (Man. United), Jack Cork (Burnley), Jordan Henderson (Sunderland), Victor Moses (Wigan), Fabrice Muamba (Bolton), Danny Rose (Tottenham), Jack Wilshere (Arsenal);

Avançados: Nathan Delfouneso (Aston Villa), Daniel Sturridge (Chelsea), Danny Welbeck (Sunderland). Fonte Site MaisFutebol

Fonte imagem


Carlos Queiroz apontou, esta noite, o dedo ao Governo pela suspensão de seis meses que lhe foi decretada pela Autoridade de Antidopagem de Portugal (ADoP) por alegadas interferências em acção de controlo antidoping na Selecção Nacional de futebol.

Em entrevista à SIC, o seleccionador nacional apontou o dedo à forma como a ADoP, uma entidade pública, decidiu puni-lo: «Depois de uma fase de justiça por decreto, de uma segunda de justiça desportiva que me ilibou das acusações, passámos a uma terceira fase, de justiça governamental, que ninguém sabe como funciona».

Carlos Queiroz reforçou a ideia da justiça governamental, frisando que a expressão «é relevante» por o ADoP ser «um órgão do Estado».

O seleccionador nacional revelou que desde o início do processo já pediu audiências ao secretário de Estado Laurentino Dias, não tendo sido ainda recebido pelo governante.

«O que aconteceu é que houve intervenção do senhor Secretário de Estado. A minha primeira reacção foi acreditar que havia matéria infundamentada que levasse o Secretário de Estado a fazer afirmação dessas», explicou Queiroz, que recusou a ideia de estar a ser «tramado», por recusar o tipo de linguagem e por não viver «com suspeitas, nem em clima de tramóia. Fonte Notícia/Imagem A Bola

Entre 25 e 15 euros é quanto custam os bilhetes para o público que queira assistir, em Guimarães, ao arranque da campanha de qualificação para o Euro-2012. Portugal recebe Chipre no estádio D. Afonso Henriques, às 20.45 h da próxima sexta-feira (3 de Setembro) e a FPF definiu três categorias para o público em geral, com preços de 25, 20 e 15 euros. Os adeptos que tenham estatuto de sócio da Selecção beneficiam de um desconto de 7,5 por cento. A venda de ingressos é feita exclusivamente através do site da FPF. Fonte Site MaisFutebol

Os portugueses José Mourinho e Cristiano Ronaldo, treinador e futebolista do Real Madrid, alertaram hoje os inspetores da FIFA para os méritos da candidatura ibérica.

Os dois símbolos do futebol luso encontraram-se com a delegação da FIFA no centro de treino do Real Madrid, que Mourinho considerou “perfeito” para receber três ou quatro equipas durante a fase final da competição.

O Inter de Milão, que na época passada foi treinado por Mourinho, e o Bayern de Munique treinaram no complexo antes da final da Liga dos Campeões da época passada e “nunca se encontraram”, de acordo com o atual técnico do Real Madrid.

O ministro espanhol do Desporto, Jaime Lissavetzky, considerou “muito positiva” a visita dos inspetores da FIFA, que também se deslocaram ao estádio Santiago Bernabéu, recinto do Real Madrid, proposto para receber a final do Mundial.

Depois de cumprirem o programa de visitas em Espanha, os inspetores do organismo que rege o futebol mundial deslocam-se ao estádio do Dragão, no Porto, antes de partirem para Lisboa, onde se reunirão com a organização ibérica. Fonte Site Futebol365

O seleccionador nacional de futebol, Carlos Queiroz, afirmou nesta quinta-feira que se a Autoridade Antidopagem de Portugal (Adop) o castigar “todas as hipóteses estão em aberto”, incluindo o recurso à FIFA.

“Caso estas notícias se confirmem, todas a hipóteses estarão em cima da mesa e os meus advogados terão de dirigir esta questão a um nível de apreciação que passa pelas instâncias internacionais”, disse Carlos Queiroz, em declarações à TSF.

Suspenso por um mês (por injúrias, ao abrigo do regulamento disciplinar da federação) mas ilibado pelo Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) da acusação de perturbar o controlo antidoping na Covilhã, Queiroz viu agora a Adop avocar o processo, chamando-o a si para alterar a decisão.

A Adop pode suspender o técnico até quatro anos, algo que Queiroz contesta. “A FPF e o seu CD decidiram pela absolvição e pela afirmação inequívoca de que eu não teria infringido nenhuma das normas do regulamento antidoping.”

Na entrevista à TSF, o seleccionador não quis fazer muitos comentários sobre o comportamento de Laurentino Dias, secretário de Estado da Juventude e Desporto, depois de ter dito ao “Expresso” que ficou com a sensação de que haveria motivos políticos. “Durante toda a minha vida preparei-me para batalhas de futebol. Estas batalhas na área administrativa e política não são a minha especialidade, pelo que não tenho comentários a fazer sobre o senhor secretário de Estado, para além daquilo que eu fiz e continuo convicto, ou seja, de que houve um lapso de informação inicial que levou a este equívoco.”

O Conselho de Disciplina reúne-se, entretanto, esta tarde e deverá apreciar a participação feita pela direcção da FPF sobre a entrevista do seleccionador ao semanário “Expresso”, em que o treinador aponta o vice-presidente Amândio de Carvalho como “a cabeça do polvo” que o quer ver fora da federação.

O CD irá decidir se há motivos para abrir um novo processo disciplinar.

Queiroz diz que não vê razões para um outro inquérito e mostrou-se pouco preocupado com o futuro. “O meu futuro não é importante, o importante é tratarmos do futuro da selecção nacional que começa já para a semana.” Fonte Jornal O Público

Confissão: José Mourinho traça objectivo em entrevista ao ‘El País’: “Quero vencer com Portugal”

É, porventura, o emigrante português mais conceituado no Mundo, a par de Cristiano Ronaldo. Igual a si próprio, o treinador José Mourinho abriu o coração, e em entrevista à revista do jornal espanhol ‘El País’ falou dos objectivos de carreira, da selecção nacional e também das saudades que não sente de Portugal.

"Sou um português que não quer voltar. Não quero viver em Portugal, mas sou um português que gostaria de, com as minhas capacidades, fazer algo importante pelo meu país. Quero vencer um título Europeu ou Mundial com Portugal", disse o treinador do Real Madrid.

Depois dos êxitos em Inglaterra (Chelsea) e Itália (Inter de Milão), o mais mediático treinador do Mundo não esconde a vontade de conquistar Espanha, país que gostaria de ver ao lado de Portugal na organização do Mundial 2018 ou 2022. "Portugal tem um futebol que merece algo importante. Temos que ganhar essa candidatura", concluiu. Fonte Correio da Manhã


Quando a equipa de Pedro Passos Coelho propôs uma revisão da Constituição que facilita o despedimento por 'causa atendível' em vez da actual 'justa causa' não devia ter em mente a situação de Carlos Queiroz. Mas se essa mudança de léxico já tivesse sido adoptada, as coisas com o seleccionador nacional podiam ser muito mais fáceis.

Seria, até, injusto para Queiroz aplicar-lhe e à situação em que se encontra critérios relacionados com a justiça. Isto é algo que não é estranho ao futebol, onde tantas vezes a sorte se sobrepõe à lei do mais forte ou do melhor, por exemplo. A questão da justiça não se coloca em relação ao próprio Queiroz: provavelmente ele terá posto todo o seu esforço e saber no projecto de levar a selecção nacional mais longe do que ela foi - queremos todos acreditar que sim, é o que nos resta. Nem em relação ao seu empregador: os seus pergaminhos e referências anteriores em nada indicavam que pudesse vir a fazer má figura.

Estando a questão da justiça, portanto, posta de lado, eis-nos no âmbito da causa atendível. E tudo muda de figura. Causa atendível é causa plausível, como indica o dicionário. No caso já longo entre Queiroz e Portugal - que é do que estamos a falar quando falamos da selecção nacional, deixemo-nos de burocracias - há muitas causas plausíveis para o seu despedimento, e a menor delas é o facto de não termos ido mais longe do que fomos no Mundial da África do Sul.

É preciso sabermos do que estamos a falar quando estamos a falar da selecção nacional, porque esse será o ponto de partida de qualquer raciocínio relacionado com Carlos Queiroz. A selecção nacional é muito importante para nós enquanto conjunto - isto para não usar palavras como povo e nação que poderão chocar algumas almas intelectualmente mais sensíveis. Foi irónico que essa tenha sido a herança de um brasileiro, o mesmo que nos pôs, povo empedernido e seco, a ostentar bandeiras à janela. Mas foi assim que aconteceu. E foi esse empenhamento que Queiroz desbaratou.

Desbaratou sem o mínimo problema de consciência, sabemos agora. Na polémica entrevista ao Expresso - um exemplo de autodestruição que o devia fazer preocupar-se o suficiente para passar umas horas no divã do psicanalista - Queiroz queixa-se de tudo, do campo do Massamá aos seus jogadores, mas nunca fala dessa questão que devia ser a que mais o preocupava, enquanto seleccionador e enquanto português: esse fim de ciclo, esse divórcio, o fim do envolvimento.

Acabou-se o envolvimento e muito mais. A selecção nacional representava para Portugal, tão falho nessa área, o exemplo de algo que funcionava, que era profissional e, mais que isso, onde a excelência produzia resultados e esses colocavam-nos entre os melhores.

Se Carlos Queiroz se preocupasse com isso estaria agora, em relação à manutenção do seu lugar de treinador, no papel da personagem que Jacques Brel canta e que prefere continua a ser "a sombra do cão" da mulher a ser deixado por ela. Mas não. Ele prefere parecer aqueles maridos calculistas das novelas e filmes baratos que se casaram pela fortuna, enganaram a mulher com uma comunhão de bens, e sabem que os tostões aumentam à medida das dificuldades criadas.

O que Queiroz não parece perceber é que, como sempre nestas situações, quem tem mais a perder é o outro lado. Neste caso, Portugal. Por isso, Portugal é que devia pedir indemnização a Queiroz. Fonte JN por Catarina Carvalho


"Quando o futebol português cai em situações destas torna-se difícil ser levado a sério a nível internacional", afirmou Pinto da Costa, esta terça-feira, à saída da sede da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), onde apelidou ainda de "ridículo" o processo interposto a Carlos Queiroz, sobre alegadas ofensas a Luís Horta, director do ADoP.

O presidente portista, uma das nove testemunhas do seleccionador nacional, foi mais longe nas críticas e falou das consequências que este episódio pode vir a ter na organização do Mundial de 2018. "Tudo isto é ridículo. Vir alguém como o Sir Alex Ferguson de Inglaterra para testemunhar até se torna preocupante. As pessoas e as instituições caem neste ridículo e receio que tudo isto possa prejudicar a candidatura ibérica à organização do Mundial-2018".

"Se calhar é um meio de apressar a saída do professor Carlos Queiroz. Admito que possa ter sentido político e estranhei que só se tenha sabido depois de a selecção regressar do Mundial". Fonte Correio da Manhã

Carlos Queiroz foi já ontem ouvido pelo presidente do Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) no âmbito do processo disciplinar que resultou do inquérito realizado pelo Instituto do Desporto de Portugal (IDP) em virtude do incidente entre o selecionador nacional e a brigada da Autoridade Antidopagem.

O testemunho de Queiroz era o que faltava ao presidente do CD, Marques da Silva, depois de ter recolhido outros cinco que confirmaram os factos verificados na Covilhã e denunciados pelos médicos da ADoP.

Após a reunião com Gilberto Madaíl, o selecionador nacional, de 57 anos, viu antecipado para ontem, na sede da FPF, o encontro com Marques da Silva, que tem a seu cargo o processo disciplinar. Apesar de o líder da federação ter desvalorizado o incidente da Covilhã na conversa que teve com Queiroz, a FPF mantém-se determinada na vontade de despedir o selecionador.

Record sabe que se Madaíl não cumprir o que ficou acordado na última reunião, a contestação interna será inevitável. Os vices do presidente não deixaram, aliás, de lhe imputar responsabilidades pelo facto de ter negociado um contrato de 4 anos com Queiroz. Fonte Record por JOSÉ CARLOS FREITAS com ANTÓNIO MAGALHÃES