Portugal recebe a Hungria no Estádio da Luz, e Malta no Estádio D. Afonso Henriques, as duas últimas partidas da fase de apuramento para o Mundial 2010 da África do Sul.


A Federação Portuguesa de Futebol fixou os preços e datas de venda dos bilhetes para os dois encontros, com valores que variam entre os dez e os vinte euros.

Eis os locais e datas de início de venda dos bilhetes:

PORTUGAL - HUNGRIA
10 de Outubro de 2009, 20h45
Estádio da Luz, em Lisboa

Locais de venda:
Bilheteiras do SL Benfica (10h00 - 19h00)
- Entre os dias 27 e 30 de Setembro de 2009 (exclusivamente para sócios do Benfica)
- A partir de 1 de Outubro de 2009 (público em geral)

Associação de Futebol de Lisboa (9h00 - 11h45 e 13h30 - 15h30)
- Nos dias 6 a 9 de Outubro de 2009

Internet (http://www.fpf.pt/)
- Entre os dias 1 e 5 de Outubro de 2009

Preço dos Bilhetes
Bancada MEO
Piso 0: 15€ Piso 1: 20€ Piso 3: 15€

Bancada TMN
Piso 0: 15€ Piso 1: 20€ Piso 3: 15€

Bancada SAGRES
Piso 0: 10€ Piso 1: 15€ Piso 3: 10€

Bancada COCA-COLA
Piso 0: 10€ Piso 1: 15€ Piso 3: 10€



PORTUGAL - MALTA
14 de Outubro de 2009, 19h45
Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães

Locais de venda:
Bilheteiras do Estádio D. Afonso Henriques (10h00 - 13h00, 15h00 - 19h00 e 21h00 - 23h00)
- Entre os dias 1 e 5 de Outubro de 2009 (exclusivamente para sócios do Vitória de Guimarães)
- A partir de 6 de Outubro de 2009 (público em geral)

Loja do Vitória nas Caldas das Taipas (10h00 - 13h00 e 15h00 - 19h00)
- Entre os dias 1 e 5 de Outubro de 2009 (exclusivamente para sócios do Vitória de Guimarães)
- A partir de 6 de Outubro de 2009 (público em geral)

Associação de Futebol de Braga (Horário de expediente)
- A partir de 6 de Outubro de 2009

Internet (http://www.fpf.pt/)
- Entre os dias 1 e 9 de Outubro de 2009

Preço dos Bilhetes
Categoria 1: 20€
Categoria 2: 15€
Categoria 3: 10€


Fonte Rádio Renascença

A Holanda e a Bélgica formalizaram esta segunda-feira, com uma conferência de imprensa no Phillips Stadium, em Eindhoven, a sua candidatura conjunta com vista à organização do Mundial'2018 ou do Mundial'2022. Portugal e Espanha, entre outros países, também já anunciaram a intenção de receber um dos dois eventos, cujos vencedores serão anunciados pela FIFA em dezembro de 2010.

No caso do casamento entre holandeses e belgas, um dos principais trunfos da candidatura é o suporte financeiro de grandes empresas, como a ING (finanças) BAM (construção civil), a KLM (aviação), a PriceWaterhouseCoopers (auditoria e fiscalidade) e a Randstad (recrutamento).

"A competição é ferrenha. Temos de ser uma alternativa atrativa", afirmou esta segunda-feira Harry Been, que é o principal responsável pela candidatura dos dois países do Benelux.

Além do poderio - financeiro e de imagem - das empresas patrocinadoras, a candidatura belga-holandesa espera que os planos para a construção de 12 novos estádios (cada um com um custo que varia entre os 60 e os 100 milhões de euros) tenham um papel importante na hora de convencer a FIFA. No total, estima-se que a organização do Mundial venha a custar um pouco mais de mil milhões de euros.

Estados Unidos, Japão, Indonésia, Austrália, Inglaterra, México, Coreia do Sul, Rússia e Qatar também já manifestaram a intenção de concorrer à organização de um dos dois Mundiais em jogo. Fonte Record





Os títulos de 1989 e 1991 prometeram muito, mas nos anos mais recentes Portugal só marcou presença num Campeonato do Mundo de sub-20


Não há como falar de Mundial de sub-20 sem evocar a "geração de ouro" do futebol português, sobretudo quando nos anos mais recentes os escalões de formação não têm correspondido às expectativas. Os títulos de 1989, em Riade, e 1991, em Lisboa, sob o comando de Carlos Queiroz e Nelo Vingada, colocaram Portugal na ribalta do futebol jovem mundial. João Vieira Pinto, Fernando Couto, Jorge Costa, Rui Costa ou Figo saíram dessa fornada e iniciaram aquilo que muitos consideram os anos mais profícuos do futebol português em termos de selecções.

Em 1995, no Qatar, Portugal voltou a estar próximo do topo do futebol júnior. A selecção onde brilhavam Nuno Gomes e, sobretudo, Dani, chegou às meias-finais e subiu ao pódio da competição. Do baú das memórias recuperamos 1979, ano da primeira participação portuguesa em mundiais de sub-20, o conjunto onde despontava Diamantino até surpreendeu ao chegar aos quartos--de-final da competição disputada no Japão, que foi ganha pela Argentina de Maradona.

Recentemente não faltam exemplos das desilusões portuguesas no Mundial de juniores. Em 1999, na Nigéria, uma formação onde se destacavam Hugo Leal e Simão Sabrosa não foi além dos oitavos-de-final, tendo sido eliminada pelo Japão. O regresso só aconteceu oito anos depois, em 2007, no Canadá, mas a equipa de Fábio Coentrão e Pereirinha teve um comportamento semelhante ao ser eliminada pelo Chile, também nos quartos-de-final Porém, a mais fraca prestação de sempre numa fase final de um Campeonato do Mundo aconteceu em 1993, dois anos depois do título conquistado em casa. Na Austrália, a equipa nacional apresentou-se com um conjunto pouco competitivo, onde despontavam Litos, Porfírio e Ricardo Nascimento, que saldou a sua presença com três derrotas em três jogos. Fonte DN


Portugal começou hoje a preparação do primeiro jogo da fase de apuramento para o Campeonato do Mundo da Alemanha 2011. A seleccionadora nacional, Mónica Jorge, quer «chegar o mais longe possível».
A principal selecção feminina já iniciou os treinos de preparação para a primeira etapa de qualificação para o Campeonato do Mundo 2011, que se vai realizar na Alemanha. O primeiro jogo, será frente à Itália dia 23 de Setembro.

A seleccionadora nacional, Mónica Jorge, sabe que vai encontrar algumas dificuldades, pois muitas das selecções que a equipa lusa vai defrontar, são mais experientes e já contam com mais presenças em fases finais de grandes competições.

Em declarações ao site da Federação Portuguesa de Futebol, Mónica Jorge, revelou, que “partimos com a vontade de fazer o melhor possível e tentar chegar o mais longe que conseguirmos”. A seleccionadora da equipa das quinas, sabe que a presença no Campeonato do Mundo é uma tarefa complicada, até “porque no plano teórico partimos atrás de duas potências do futebol feminino, que são a Itália e a Finlândia”, mas, no entanto, pretende encarar o apuramento jogo a jogo e deixar uma boa imagem da equipa portuguesa. Fonte Site SCN



Em entrevista a Bola Branca, o antigo companheiro de ataque do "levezinho" revela a satisfação do luso-brasileiro pela estreia na selecção nacional das "quinas".
Liedson está muito feliz pela sua estreia na selecção nacional portuguesa e logo com um golo diante da Dinamarca. Ele que, este domingo, voltou a assumir papel decisivo, desta feira no Sporting, assinando o seu centésimo golo com a camisola dos "leões".

Derlei fez, na época passada, uma parelha temível com o “levezinho”, e falou com o seu amigo sobre a estreia e sobre a forma como foi recebido pelos novos companheiros de selecção. Em Bola Branca, Derlei revela a satisfação do avançado do Sporting.

Actualmente no Brasiel, Derlei tem acompanhado à distância o desempenho da equipa de Paulo Bento no arranque do campeonato e justifica as más exibições com a desilusão dos seus antigos companheiros pelo afastamento da Liga dos Campeões.

Derlei estreou-se este fim-de-semana pelo Vitória da Bahia, e também fez o gosto ao pé, com um golo na vitória sobre o Palmeiras: uma estreia feliz para o dianteiro que, em Portugal, representou os três "grandes", para além da U. Leiria. Fonte RR


Pedro Antunes, ex-seleccionador suiço, acredita que França e Itália podem chegar ao 3º lugar. Suíça e Alemanha podem ser as surpresas.
O Campeonato da Europa de hóquei em patins, no escalão de sub-17, tem início esta segunda-feira e conta com a participação de Portugal, campeão em título.

Após a antevisão de Jorge Lopes, seleccionador nacional, ao scn, onde afirmou sem rodeios que “o objectivo é ser campeão”, o scn convidou Pedro Antunes, ex-seleccionador das camadas jovens da Suíça, a fazer a sua análise sobre o que poderá vir a acontecer na competição.

O treinador português, que tem contribuído para a evolução gradual do hóquei em patins na Suíça, já disputou alguns europeus com a selecção que orientou e refere que “a categoria de juvenis é quase sempre uma surpresa”. No entanto, na sua opinião, “Portugal e Espanha são os principais candidatos ao título”.

Estas duas selecções disputaram a final do ano passado e tudo leva a crer que, se não se encontrarem antes, possam voltar a ser ambas a disputar o jogo decisivo do Europeu.

Porém, para o 3º lugar há duas selecções candidatas, embora possa haver lugar para surpresas. “A França, que joga em casa, e a Itália são os países com mais tempo de preparação, depois de Portugal e Espanha. Mas para a medalha de bronze também há que contar com a Suíça e a Alemanha, que poderão estragar a festa a alguém”, referiu o treinador português.

Num Europeu em que “Inglaterra e Andorra não devem colocar grandes dificuldades aos seus adversários”, Pedro Antunes está expectante com “a participação de quatro atletas” suíços que treinou.

Portugal começa a participação no Europeu frente à Alemanha, logo no primeiro dia de competição.

Calendário da primeira fase:

Grupo A

Alemanha
Portugal
França
Andorra

1ª Jornada (14 de Setembro)

Alemanha – Portugal
França – Andorra

2ª Jornada (15 de Setembro)

Portugal – Andorra
Alemanha – França

3ª Jornada (16 de Setembro)

Andorra – Alemanha
França – Portugal

Grupo B

Itália
Inglaterra
Espanha
Suíça

1ª Jornada (14 de Setembro)

Itália – Inglaterra
Espanha – Suíça

2ª Jornada (15 de Setembro)

Inglaterra – Suíça
Itália – Espanha

3ª Jornada (16 de Setembro)

Espanha – Inglaterra
Suíça - Itália

Fonte Site SCN

Na caminhada para a África do Sul, entre as selecções europeias, apenas França e Portugal esbracejam com embaraços inesperados para garantirem a viagem, embora teime em pensar que ambas estarão na fase final do «Mundial 2010», a menos que um estúpido sorteio no play-off (entre os oito melhores 2ºs classificados) nos emparelhe com os «galos». Longe vá o agoiro, até pela (triste) sina que temos de ser empurrados pelos «bleus». Chegar ao 2º lugar no grupo será o nosso passo seguinte.


Já com dez selecções apuradas, para lá do anfitrião (Brasil, Paraguai, Inglaterra, Espanha, Holanda, Austrália, Coreia do Norte, Coreia do Sul, Japão e Gana), é no grupo sul-americano que se concentram toneladas de angústia face ao risco de a Argentina ficar sem bilhete. Sob o comando de Maradona, a «celeste» tem decepcionado, ocupando um modesto 5º lugar com 22 pontos em 16 jogos (6 vitórias, 4 empates e 6 derrotas) e com um denso pelotão de perseguidores, composto pelo Uruguai e Venezuela (21 pontos) e Colômbia (20), quando se sabe que são apurados os 4 primeiros do grupo e o 5º classificado disputará uma repescagem com o 4º da Zona Norte, Centro América e Caribe.

Compreende-se o desassossego de perto de 40 milhões de almas, incrédulas com o desempenho do «rei» Maradona e do seu extensíssimo séquito, composto por nada menos de 41 - sim, 41! - jogadores já utilizados, incluindo no role o benfiquista Di Maria. Há alguma (ou muita...) legitimidade para o rebuliço que se estende de Buenos Aires a Mar del Plata, de Córdova a Tucumán, de Rosário a Mendoza, tendo em apreço o seguinte:

- o valor facial da escola argentina;

- o potencial dos jogadores seleccionáveis;

- a presença de Messi como «homem do leme»;

- a liderança entregue ao «Deus Maradona»;

- a antecipação do Brasil na reserva da viagem, ocorrida em Rosário (1-3) no passado dia 5.

Definitivamente: são imensas as razões que concorrem para as dores de alma do povo argentino, incapaz de admitir, mesmo por hipótese académica, que pode ficar excluído da gala sul-africana. Embora tão distantes, há, esta altura, algo que aproxima Portugal da Argentina: o receio - ou será medo? - que um qualquer acidente de percurso nos impeça a viagem até à terra de Nelson Mandela. Um «Mundial» sem Ronaldo e Messi seria sempre um «Mundial» menor. Como eu compreendo os argentinos!
Fonte RTP por Joaquim Rita
0-1 Pepe 9'



Sim, houve o tema losango e o debate sobre um novo desenho táctico destinado a dar mais presença nas imediações da área a Cristiano Ronaldo. Sim, houve também toda a polémica à volta da chamada de Liedson, a que se segue, em ponto mais pequeno, o debate sobre se o «levezinho» deve ou não ser titular na partida do Parken (19 horas em Portugal).


Houve ainda as polémicas e mind games de declarações cruzadas no diz-que-disse, sobre putativas ameaças de jogo duro e eventuais deselegâncias para com Liedson. Houve tudo isso, em pano de fundo, sim. Mas o Dinamarca-Portugal deste sábado resume-se de forma mais simples: é o jogo da última oportunidade. O primeiro de muitos, se correr bem. Caso contrário, o primeiro e último.

É a última oportunidade para um segundo fôlego da Selecção, evitando que o progressivo deslizar no ranking, iniciado ainda na era-Scolari, se transforme num naufrágio de consequências pesadíssimas: o regresso a um passado com pelo menos vinte anos.

Mas é, acima de tudo, a última oportunidade para um grupo de jogadores, com Cristiano Ronaldo à cabeça, evitar um rombo nas respectivas carreiras que, em alguns casos, se traduziria no adeus ao patamar de elite do futebol internacional. Porque as elites são presença obrigatória em Mundiais e Europeus. E porque se definem em decisões como a deste sábado. Ponto final.

É bom sinal que os jogadores tenham noção disso, como o atestam as declarações serenas e objectivas de Deco e Simão, esta sexta-feira. Bom sinal, também, que jogadores e seleccionador coincidam num ponto: o de que será a atitude, confiança e concentração dos escolhidos a decidir em primeira instância, o jogo com a Dinamarca. Mais do que as contracurvas no discurso de Queiroz, mais do que as suas opções e a atribuição de erros e culpas passadas. Acreditar que o jogo do Parken será, em primeiro lugar, aquilo que os jogadores fizerem dele é uma boa base para sustentar um optimismo que os jogos anteriores nesta campanha tudo fazem para contrariar.

Simão parte em vantagem

Frente a uma Dinamarca desfalcada na defesa, mas que mantém todas as pedras fundamentais do meio-campo para a frente, Queiroz deverá dar o baptismo de fogo ao tal modelo alternativo que há tanto tempo se reclamava e que só foi testado no particular com o Liechtenstein. Pepe, Meireles e Tiago formam o desenho do meio-campo, com Deco no apoio a uma dupla de avançados com Cristiano Ronaldo como referência obrigatória. Simão ou Liedson completam a vaga em falta, com vantagem aparente para o extremo do At. Madrid, por uma questão de experiência em jogos quentes pela selecção e por rotinas de grupo.

Equipas prováveis

Parken de Copenhaga, 20 horas locais (19 em Portugal)
Árbitro: Massimo Busacca (Suíça)

DINAMARCA: Stephan Andersen; Kvist, Kjaer, Anders Christensen e Jacobsen; Rommedahl, Jakob Poulsen, Christian Poulsen e Jorgensen; Bendtner e Tomasson.

PORTUGAL: Eduardo; Bosingwa, Ricardo Carvalho, Bruno Alves e Duda; Pepe; Tiago, Raul Meireles e Deco; Cristiano Ronaldo e Simão (Liedson).
Fonte TVI24
1-0 Ukra 25'



1-1 Chvedukas 26'



2-1 Ukra 55'



3-1 Rui Pedro 63'



4-1 João Aurélio 84'