
O treinador adjunto de Carlos Queiroz responde a Joaquim Evangelista, afirmando que Portugal não é caso único nos processos de naturalização de jogadores.
Agostinho Oliveira, "braço-direito" de Carlos Queiroz na selecção nacional, falou a Bola Branca de Liedson, depois do Sindicato dos Jogadores, através do seu presidente ter criticado o que chamou de naturalizações à medida que podem acabar com as selecções.
O técnico da selecção nacional sublinha que existe a "preocupação de preparar o futuro". Agostinho Oliveira critica o trabalho que não foi feito nos últimos anos para acautelar o futuro das selecções. "Pode não agradar a muitos, mas temos que fazer esse trabalho agora", conclui.
Respondendo às declarações de Joaquim Evangelista, o treinador recorda que a selecção portuguesa não é um exemplo virgem a nível mundial, no que diz respeito à naturalização de jogadores. "Não seremos nós o único exemplo mundial. A França, por exemplo, tem uma selecção constituída por jogadores de origem africana", destaca Agostinho Oliveira.
A situação concreta de Liedson irá ser avaliada pela equipa técnica nacional, mas Agostinho Oliveira admite que "logo que o Liedson seja um jogador português tem que se admitir que poderá ser um dos convocados para a selecção nacional".
Quanto ao apuramento para o Mundial, Agostinho Oliveira admite a situação difícil em que a equipa se encontra, mas o objectivo passa por ultrapassar as dificuldades, perante selecções menos conservadoras. Fonte Rádio Renascença
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