
Carlos Queiroz está convicto de que Portugal vai estar na fase final do Campeonato do Mundo, na África do Sul, e garante que vai lutar, até final, pelo primeiro lugar do Grupo 1. Em entrevista à TVI, em Tallin, onde a Selecção Nacional vai defrontar a Estónia num jogo particular na quarta-feira, o seleccionador deu a conhecer as suas convicções.
«Tenho toda a confiança por uma razão. Confio nos meus jogadores, confio no trabalho que estamos a fazer e confio que podemos ganhar sempre o próximo jogo. Como só faltam quatro jogos para chegarmos ao objectivo, um por um, temos confiança de que vamos estar lá», destacou o seleccionador depois da difícil vitória sobre a Albânia.
Um triunfo que permitiu a Portugal destacar-se no terceiro lugar a quatro pontos da Hungria e a sete da Dinamarca. O segundo lugar, que dá acesso a um play-off, parece estar ao alcance da Selecção Nacional, mas o seleccionador ainda acredita que é possível chegar ao topo. «O nosso objectivo é qualificarmo-nos para o Mundial e pela melhor posição. O primeiro lugar está em aberto, portanto vamos ganhar os quatro jogos. Temos de fazer doze pontos e, depois, no final da maratona, vamos ver quem corta a meta em primeiro», destacou.
O seleccionador considera mesmo um risco desistir já do primeiro lugar. «A Dinamarca, há que reconhecê-lo, está numa posição mais favorável. Se estivéssemos numa maratona, estaria com 120 metros de avanço, mas nós não estamos a desistir. Deixar de ter essa ambição de lutar pelo primeiro lugar é pôr em risco a nossa ambição de conseguir a qualificação para o Mundial», acrescentou.
Uma determinação assente na vitória na Albânia. «Acho que o ponto de viragem já aconteceu há bastante tempo, desde que os jogadores e a equipa técnica se encontraram consigo próprios, com uma forte vontade e determinação de querer estar no Mundial. Se não tivesse acontecido assim, não teria sido possível, durante o jogo com a Albânia, os jogadores terem expressado uma atitude de empenhamento, esforço e vontade que mostraram agora», comentou.
Queiroz tem destacado a qualidade da Selecção, apregoando que tem o «melhor futebol do grupo», mas em Tirana não foi isso que se viu. «Acredito que jogar bem é sempre meio caminho para um bom resultado, mas também sabemos que o futebol é uma modalidade desportiva em que às vezes a melhor equipa não ganha. Às vezes pode-se ganhar sem jogar bem, mas na maior parte das vezes, quando se joga bem, estamos mais perto de ganhar. É um jogo muito aleatório», referiu.
Fora de questão, para o seleccionador, está o empenho dos jogadores. «É profundamente injusto, fico até incomodado, se vejo que há pessoas que colocam em causa o profissionalismo, atitude dos jogadores na entrega à selecção. Não se pode confundir esse sentimento com o facto de às vezes não estarmos próximos do nosso máximo ou a entrega não ser momentaneamente a melhor», referiu antes de fazer um balanço «fantástico» deste primeiro ano à frente da selecção.
Para o jogo com a Estónia, Queiroz quer ver uma equipa «determinada», a «jogar bem» e a «ganhar» e garante que vai dar uma oportunidade aos quatro jogadores que ainda não se estrearam pela equipa principal,: Beto, Moreira, Zé Castro e Eliseu. Fonte Site MaisFutebol
«Tenho toda a confiança por uma razão. Confio nos meus jogadores, confio no trabalho que estamos a fazer e confio que podemos ganhar sempre o próximo jogo. Como só faltam quatro jogos para chegarmos ao objectivo, um por um, temos confiança de que vamos estar lá», destacou o seleccionador depois da difícil vitória sobre a Albânia.
Um triunfo que permitiu a Portugal destacar-se no terceiro lugar a quatro pontos da Hungria e a sete da Dinamarca. O segundo lugar, que dá acesso a um play-off, parece estar ao alcance da Selecção Nacional, mas o seleccionador ainda acredita que é possível chegar ao topo. «O nosso objectivo é qualificarmo-nos para o Mundial e pela melhor posição. O primeiro lugar está em aberto, portanto vamos ganhar os quatro jogos. Temos de fazer doze pontos e, depois, no final da maratona, vamos ver quem corta a meta em primeiro», destacou.
O seleccionador considera mesmo um risco desistir já do primeiro lugar. «A Dinamarca, há que reconhecê-lo, está numa posição mais favorável. Se estivéssemos numa maratona, estaria com 120 metros de avanço, mas nós não estamos a desistir. Deixar de ter essa ambição de lutar pelo primeiro lugar é pôr em risco a nossa ambição de conseguir a qualificação para o Mundial», acrescentou.
Uma determinação assente na vitória na Albânia. «Acho que o ponto de viragem já aconteceu há bastante tempo, desde que os jogadores e a equipa técnica se encontraram consigo próprios, com uma forte vontade e determinação de querer estar no Mundial. Se não tivesse acontecido assim, não teria sido possível, durante o jogo com a Albânia, os jogadores terem expressado uma atitude de empenhamento, esforço e vontade que mostraram agora», comentou.
Queiroz tem destacado a qualidade da Selecção, apregoando que tem o «melhor futebol do grupo», mas em Tirana não foi isso que se viu. «Acredito que jogar bem é sempre meio caminho para um bom resultado, mas também sabemos que o futebol é uma modalidade desportiva em que às vezes a melhor equipa não ganha. Às vezes pode-se ganhar sem jogar bem, mas na maior parte das vezes, quando se joga bem, estamos mais perto de ganhar. É um jogo muito aleatório», referiu.
Fora de questão, para o seleccionador, está o empenho dos jogadores. «É profundamente injusto, fico até incomodado, se vejo que há pessoas que colocam em causa o profissionalismo, atitude dos jogadores na entrega à selecção. Não se pode confundir esse sentimento com o facto de às vezes não estarmos próximos do nosso máximo ou a entrega não ser momentaneamente a melhor», referiu antes de fazer um balanço «fantástico» deste primeiro ano à frente da selecção.
Para o jogo com a Estónia, Queiroz quer ver uma equipa «determinada», a «jogar bem» e a «ganhar» e garante que vai dar uma oportunidade aos quatro jogadores que ainda não se estrearam pela equipa principal,: Beto, Moreira, Zé Castro e Eliseu. Fonte Site MaisFutebol
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