O presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) defendeu hoje o profissionalismo e dedicação de Pepe e remeteu qualquer decisão sobre futuras convocatórias para o seleccionador, sublinhando que os problemas disciplinares do defesa são «um problema espanhol».

O central do Real de Madrid foi suspenso na passada semana por 10 jogos pela Comissão de Competições da Real Federação Espanhola de Futebol por ter agredido dois jogadores do Getafe e insultado a equipa de arbitragem em jogo da 32ª jornada da Liga espanhola de futebol.

«Isso é um assunto interno do futebol espanhol, que não extravasou as suas fronteiras. Não houve qualquer intervenção por parte da FIFA ou da UEFA. Ele estará naturalmente disponível para a selecção nacional se o seleccionador assim entender», disse Gilberto Madail, em declarações à Agência Lusa. Fonte Diário Digital / Lusa


O defesa internacional português Pepe foi, esta sexta-feira suspenso por dez jogos, depois de ter agredido dois jogadores do Getafe e insultado a equipa de arbitragem em jogo da 32ª jornada da Liga espanhola de futebol. Fonte TSF


O adjunto de Queiroz salienta o bom carácter do luso-brasileiro de quem não seria expectável uma atitude semelhante e garantindo-lhe o apoio necessário no seio da selecção

Agostinho Oliveira, adjunto do seleccionador nacional, Carlos Queiroz, ouvido por Nuno Matos, jornalista da Antena 1, sobre Pepe, estranha a atitude do jogador, admitindo que "ele ficasse irritado com a a tentativa hipotética de simulação do adversário", ou a reacção a qualquer situação anterior.

"O enquadramento negativo que a gente vê no Pepe é aquilo que não referencia, em absoluto, , rigorosamente nada, aquilo que o Pepe é no dia a dia", sublinhou o técnico. "É um indivíduo de uma solidariedade perfeita, um afecto extraordinário".

"Tudo o que gera à volta dele é compromissos de amizade, compromissos de afecto" que não levam a compreender tal atitude, acrescentou Agostinho Oliveira.

"Terá de ser penalizado" admitiu, mas alertou para a necessidade de "compreender e estar próximo dele", assegurando que "estamos prontos para o enquadrar e respeitar". Fonte RTP por Carlos Silva

Vídeo do momento de falta de fair play de Pepe:





O defesa direito brasileiro do Manchester United Rafael Silva admite jogar pela selecção portuguesa, desde que não venha a ser convocado para a selecção brasileira, disse o jogador numa entrevista publicada hoje pelo diário britânico The Guardian.

O meu objectivo é jogar pelo Brasil, mas, se isso não acontecer, posso jogar por Portugal”, afirmou o jogador, de 18 anos, na entrevista, enquanto o irmão gémeo Fábio, igualmente colega de equipa de Cristiano Ronaldo e Nani em Inglaterra, acrescenta que têm um avô português, razão pela qual possuem passaporte português.

Mas o meu sonho é jogar pelo Brasil”, frisou Fábio.

A hipótese de os gémeos jogarem de "quinas" ao peito já tinha sido referida em Janeiro pelo seleccionador português Carlos Queiroz, que trabalhou com os jovens quando era treinador-adjunto no Manchester United.

A decisão, disse então, caberia a Rafael e Fábio Silva.

Os irmãos não questionam o direito de jogadores brasileiros optarem por jogar na selecção portuguesa, como foi o caso de Deco.

O problema é quando o Pepe diz que é português. Ele está a esquecer-se de onde vem, a sua cultura e o seu passado”, critica Rafael. Fonte O JOGO

Fonte imagem


O seleccionador nacional salientou a reactivação da selecção "B", a alteração dos critérios de escolha dos jogadores e insurgiu-se contra "os talibãs que só puxam para baixo"

"Portugal é o segundo país europeu com mais estrangeiros", disse, no programa "O dia seguinte", da SIC, Carlos Queiroz, seleccionador nacional.

"Estamos a reactivar a selecção B", sublinhou o professor, continuando: "Já alterei os critérios de selecção dos jogadores".

Queiroz alertou: "Se é a equipa de todos nós, temos de estar juntos a combater alguns talibãs", "que só puxam para baixo", acusou. Fonte RTP


Edinho, avançado de 26 anos, fala da emoção sentida na estreia pela Selecção, da convicção no apuramento para o Mundial’2010 e das críticas ao seleccionador. Em 2008, esteve perto do Benfica mas acabou por assinar pelo AEK, da Grécia, onde admite não se sentir feliz


Correio Sport – Estreou-se pela selecção nacional no particular com a África do Sul, disputado a 31 de Março, na Suíça. O que mudou desde esse dia?

Edinho – Sinceramente, nem eu sei bem. Aumentou, sobretudo, o carinho das pessoas, que me felicitaram bastante por ter alcançado esse grande objectivo.

– Que memória guarda dessa sua estreia?

– O momento em que pisei o relvado com a nossa camisola e pensei: ‘Estou a concretizar um sonho’. Tudo o resto foi mágico.

– E até marcou um golo... dividido com o defesa sul--africano Lucas Twala.

– Foi um golo meu. Ele pensava que não tinha ninguém nas costas, apareci de repente, e ainda toquei com a ponta da bota na bola. Melhor era impossível. Senti uma emoção enorme. Por mais que queira, não consigo descrevê-la.

– O número 13, que utilizou, acabou por dar-lhe sorte. O que fez a essa camisola?

– Pedi a todos que a assinassem e mandei emoldurar. É uma grande recordação para o futuro.

– O seleccionador, Carlos Queiroz, também assinou?

– Sim, todo o pessoal do staff da Selecção o fez.

– O que lhe disse o seleccionador nacional depois dessa partida?

– As palavras do mister Queiroz incentivam qualquer jogador. Além de me dar os parabéns pelo que tinha conseguido, ainda me deu força. Disse-me que continuasse com o bom trabalho para, assim, poder regressar .

– Acredita que vai voltar?

– Não tenho razões para pensar outra coisa. A minha ambição não se resume apenas a uma internacionalização, é mais do que isso. Consegui chegar até aqui por mérito e vou continuar a lutar para servir o meu país.

– Sonha, portanto, estar no Mundial de 2010, na África do Sul...

– É uma grande meta. Seria, efectivamente, fantástico.

– Mesmo com as contas do apuramento, de facto, muito complicadas?

– Acredito. Nada é impossível. A qualificação está complicada mas não perdida. Vamos ter de lutar até ao fim mas vamos conseguir. Encontrei um grupo batalhador e com mentalidade vencedora.

– O que não ficou provado com o empate (0-0), no Dragão, frente à Suécia...

– Nunca abdicamos de jogar para vencer. Também tivemos algum azar. Ninguém mais do que nós queria ganhar aquele jogo.

– Por isso, o seleccionador começa a ser contestado. O que sente o grupo?

– Isso não ajuda , apenas prejudica. Com essas pressões, acabamos por não ter a tranquilidade necessária para trabalharmos com calma.

– As palavras de Ronaldo – 'Se todos fizessem o que eu fiz seríamos campeões do Mundo' – caíram mal?

– Não me apercebi de nada. Admito que possa haver quem tenha interpretado mal essas declarações, as quais, no meu entender, não quiseram pôr em causa o brio e o empenho de todos os outros elementos da Selecção.

– Que opinião tem dele?

– Ronaldo é um líder e, acima de tudo, um grande guerreiro.

– Mas concorda que há um Ronaldo no Man. United e outro, diferente, na Selecção?...

– São realidades diversas. No Manchester tem um estilo de jogo que se adapta melhor às suas características. Já a Selecção ainda está em fase de renovação. Isso também conta. Mas, como português, tenho a certeza de que a sua ambição de dar tudo por Portugal está sempre no limite.

– Debate-se muito a falta de avançados portugueses goleadores. Liedson (Sporting) é uma boa opção?

– Se for bom para o grupo e para o País, não me oponho.

– Sente-se, aliás, ameaçado com essa possibilidade?

– Tenho confiança no meu valor e no meu trabalho. Essa questão dos avançados é bastante falada mas, na verdade, temos bons executantes. Talvez a melhor solução, numa perspectiva de futuro, seria repensar a política de aproveitamento dos jogadores portugueses. Fonte Correio da Manhã

Fonte imagem



O seleccionador português de futebol de sub-21, Rui Caçador, convocou hoje pela primeira vez o médio Luís Aurélio, do Santana, equipa da série B da II Divisão, para os trabalhos da equipa das "quinas".

Segundo o sítio na Internet da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), além do estreante, o técnico promoveu também os regressos de João Diogo (Marítimo), Paulo Regula (Vitória de Setúbal), ambos sem qualquer internacionalização, para o estágio que a selecção lusa vai realizar segunda e terça-feira, em Rio Maior.

Após ter ganho o Torneio Internacional da Madeira, em Março, a selecção de "esperanças" vai preparar a presença no Torneio de Toulon, que vai ser disputado de 03 a 12 de Junho.

Com quatro jogadores convocados, o Sporting é o clube mais representado na lista de eleitos de Caçador, que, relativamente à competição madeirense, deixou de fora os avançados Orlando Sá (Sporting de Braga), com uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho direito, Rui Fonte (Arsenal) e o guarda-redes Ventura (FC Porto).

Já Licá (Académica), Tiago Pinto (Trofense) e Pedro Moreira (Boavista) regressam às opções.

Antes do Torneio de Toulon, em que Portugal defronta as congéneres do Chile (04/06), França (06/06) e Qatar (08/06) no Grupo 1, a selecção lusa vai voltar a realizar um estágio, a 11 e 12 de Maio.

Lista dos 24 jogadores convocados:

- Guarda-redes: Trigueira (Boavista) e Rui Patrício (Sporting).

- Defesas: João Gonçalves (Olhanense), Bura (Sporting da Covilhã), Miguel Vítor (Benfica), Daniel Carriço (Sporting), Tiago Pinto (Trofense), Ruben Lima (Desportivo das Aves) e André Pinto (Santa Clara).

- Médios: Stélvio (Sporting de Braga), Rui Pedro (Portimonense), Castro (Olhanense), Romeu Ribeiro (Desportivo das Aves), Luís Aurélio (Santana), Paulo Regula (Vitória de Setúbal), João Diogo (Marítimo), Pedro Moreira (Boavista), Adrien Silva e Bruno Pereirinha (Sporting).

- Avançados: Ukra (Olhanense), Licá (Académica), Yazalde, Candeias e Fábio Coentrão (Rio Ave).



O seleccionador português, Carlos Queiroz, explicou ontem que o estilo de futebol praticado pela selecção nacional não se enquadra nas características do avançado do Benfica Nuno Gomes.


«O Nuno Gomes joga a avançado e até tem um recorde muito positivo. Mas o motivo por que não é chamado não é somente o facto de não ser titular [no Benfica]. A verdade: pelo que tenho visto em treinos e em certas observações de jogos, entendi que, hoje, o futebol do Nuno não se casa nem se coaduna com o futebol da selecção nacional», disse, no programa televisivo da SIC-Notícias, Dia Seguinte.

Antecipando leituras definitivas sobre as suas palavras, Queiroz rectificou: «Atenção, a minha afirmação não significa que ele não esteja nos meus planos».

Demorando-se a justificar os motivos que suportam as ausências do avançado nas convocatórias da selecção nacional - incapaz de marcar qualquer golo nos últimos três jogos de apuramento para o Mundial’2010 -, Carlos Queiroz frisou que, «no momento das convocatórias, [Nuno Gomes] não tinha rendimento suficiente para ser integrado na equipa», mas reiterou que «pode ser convocado a qualquer momento».

Não será, porém o historial goleador do jogador na selecção, 28 golos em 63 jogos, que irá convencer Queiroz.

«A verdade é que Portugal, com ou sem Nuno Gomes, de 1997 a 2006 teve Pedro Pauleta, melhor marcador de sempre da selecção [com 47 golos em 88 jogos], goleador de Espanha e de França. Foi sempre um descanso», notou.

Já sobre Liedson, Queiroz mostrou outra abertura: «É um caso específico. Tem de ser analisado: primeiro pela Federação e pelo jogador, que tem de adquirir a nacionalidade e, depois, manifestar o seu grau de identificação com Portugal. Só depois me pronuncio». Fonte Jornal Destak por Rui Alexandre Coelho

A selecção nacional de hóquei em patins conquistou o Torneio de Montreux, na Suíça, o que já não acontecia desde 1997, batendo a Espanha, por 3-1

Portugal venceu a Espanha, por 3-1, no torneio de Montreux, que ganhou, 12 anos depois.

Os pupilos de Luís Sénica chegaram ao intervalo a ganhar, com um golo de Ricardo Barreiros, logo aos três minutos.

Aos sete minutos da segunda parte, Valter Neves fez o 2-0, dois minutos depois o espanhol Jordi Adroer reduziu para 1-2. Portugal não perdeu a concentração e, aos 13, Ricardo Barreiros, na marcação de uma penalidade, fez o 3-1 final.

Luis Sénica, seleccionador nacional, sublinhou a vitória merecida e os objectivos já alcançados esta época.

"Estamos a fazer um bom trabalho", disse o ténico, acrescentando que "o hóquei em Portugal está de boa saúde".

Com arbitragem da dupla composta por Torsten Schmneider (Alemanha) e Johannes Flossel (Suíça), as equipas alinharam:
Portugal: Ricardo Silva, Valter Neves (1), Reinaldo Ventura, Ricardo Barreiros (2) e Ricardo Pereira - cinco inicial. Jogaram ainda Luís Viana, Tiago Rafael.

Espanha: Guillem Trabal, Josep Lamas, Jordi Adroher (1), Romà Bancells, Jordi Bargalló - cinco inicial. Jogaram ainda Dani Rodríguez, Francesc Gil.

Fonte RTP por Carlos Silva


Carlos Queiroz concedeu nesta segunda-feira uma entrevista à SIC Notícias, falando sobre a selecção nacional e o apuramento para o Campeonato do Mundo de 2010. O treinador português lamentou as lesões de jogadores influentes da equipa das Quinas.

«Depois do Campeonato da Europa, alguns jogadores abandonaram a selecção, outros têm tido problemas pessoais, como lesões, e isso tem sido complicado para nós. Posso dar um exemplo: o Cristiano Ronaldo está a fazer uma época difícil, foi operado e se calhar já nem devia ter jogado o Euro2008», considera o técnico.

O antigo adjunto do Manchester United falou ainda sobre a falta de soluções para o sector ofensivo da selecção. «De 1997 a 2006, Pauleta foi um descanso para a selecção. Foi melhor marcador em Espanha, em França. Quanto ao Nuno Gomes, é claro que tem um recorde muito positivo de golos. Mas, pelas vezes em que esteve connosco e nas observações que fiz, na altura das convocatórias entendi que o momento dele não se coadunava com o futebol que a selecção pretendia apresentar», explicou Queiroz, garantindo que o avançado do Benfica pode voltar a qualquer momento.

Carlos Queiroz continua a acreditar no apuramento de Portugal para a fase final do Campeonato do Mundo. «Jogando fora, as características do nosso futebol até podem ser potenciadas. Temos boas possibilidades de garantir resultados positivos. Estou confiante», garante. Fonte Diário IOL


Portugal desceu mais um lugar no ranking da FIFA, segundo os dados do mês de Abril, ficando agora fora da lista dos dez melhores classificados do Mundo.

Os últimos resultados da Selecção Nacional contribuíram para a queda do 10º para o 11º posto da lista das equipas nacionais, com 1.013 pontos, acabando por ser ultrapassada pela.

No topo da tabela mantém-se a Espanha, campeã da Europa e sem derrotas nos últimos trinta e um jogos, com um total de 1.729 pontos. O Brasil ultrapassou, entretanto, a Itália no quarto lugar.

Ranking da FIFA em Abril de 2009:
1.(1) Espanha, 1.729 pontos
2.(2) Alemanha, 1.362
3.(3) Holanda, 1.360
4.(5) Brasil, 1.275
5.(4) Itália, 1.271
6.(6) Argentina, 1.201
7.(9) Inglaterra, 1.173
8.(7) Croácia, 1.151
9.(8) Rússia, 1.117
10.(12) França, 1.074
11.(10) Portugal, 1.013
(...)
86.(93) Moçambique, 401
87.(78) Angola, 399
103.(105) Cabo Verde, 335
187.(188) Guiné-Bissau, 38
195.(197) Macau, 18
198.(198) Timor Leste, 9


Fonte Site MaisFutebol por ESTELA SILVA /LUSA

A Selecção Portuguesa de Sub-19 entrou hoje a ganhar no Torneio Internacional do Porto, ao vencer a Dinamarca por 2-0, em Padrão da Légua, com dois golos do benfiquista Nélson Oliveira.
Numa primeira parte mal jogada por ambas as equipas, só à passagem dos 20 minutos é que o público, que lotou as bancadas do Estádio do Padroense FC, viu Nélson Oliveira criar o primeiro lance de perigo da equipa lusa. Dez minutos volvidos, Mário Rui arrancou pelo corredor esquerdo e só parou na grande área dinamarquesa, onde assiste Diogo Viana, que falhou isolado na cara do guarda-redes Kristian Faeste.

Aos 33 minutos, Pedro Mendes cortou a bola com a mão na grande área portuguesa, mas o árbitro Mugurel Draganescu nada assinalou e, curiosamente, aos 42, apitou grande penalidade a favor da equipa das quinas, a castigar uma falta inexistente sobre Diogo Viana. Na transformação do castigo máximo, Nélson Oliveira inaugurou o marcador.

Para a segunda metade, os dois seleccionadores optaram por efectuar muitas alterações nas respectivas equipas. Portugal beneficiou com a entrada do portista Josué, que, aos 56 minutos, isolou Nélson Oliveira, mas este não conseguiu bater o guarda-redes dinamarquês. Aos 62 minutos, os mesmos protagonistas foram os responsáveis pelo segundo golo da equipa lusa. Uma vez mais Josué a assistir Nélson Oliveira, que, desta feita, na pequena área dinamarquesa, bisou na partida. Até ao final do encontro Portugal dispôs das melhores ocasiões de golo.

Ilídio Vale, seleccionador nacional, acabou por ficar satisfeito pela vitória alcançada sobre uma equipa que será a primeira adversária na Ronda de Elite de apuramento para o Campeonato da Europa. Para além da Dinamarca, o grupo de Portugal é composto por Grécia e Turquia.

No outro encontro da primeira jornada, a Roménia, próxima adversária da equipa lusa (quinta-feira, às 16:00, em Gondomar), superou a República Checa por 3-0. Fonte Record



O total de portugueses e luso-descendentes até à terceira geração soma cerca de 31,19 milhões no estrangeiro e Portugal teria actualmente mais de 40 milhões de habitantes, não fosse a emigração, segundo um estudo, escreve a Lusa.

A conclusão é resultado de um detalhado estudo realizado pelo empresário português Adriano Albino, 78 anos, através de um levantamento de portugueses que emigraram para diversas partes do mundo, entre 1951 e 1965.

Portugal «fechado» durante a guerra

«Foi um período de grande emigração portuguesa para o mundo, depois da abertura do país, com o fim da II Guerra Mundial», disse o empresário à Lusa.

«Durante a guerra, Portugal estava fechado, como uma barragem cheia que se partiu, com uma grande debandada de portugueses à procura de um futuro melhor», disse.

Estatísticas oficiais indicam que 4,53 milhões de portugueses emigraram nesse período, sendo 1,2 milhões para o Brasil, nomeadamente para os estados de São Paulo e do Rio de Janeiro.

O estudo «Emigração: A diáspora dos portugueses», publicado recentemente no Brasil, partiu dos 4,53 milhões de emigrantes originais das estatísticas oficiais e calculou um coeficiente multiplicador dessas famílias que chegaram às diferentes regiões do mundo.

10,8 milhões de portugueses no Brasil

No Brasil, depois de realizar uma investigação de campo, através de entrevistas e recolha de dados de centenas de emigrantes, o empresário considerou que o factor multiplicador seria nove, o que totaliza 10,8 milhões de portugueses e luso-descendentes.

Com base na mesma metodologia, o estudo indica que existem 9,31 milhões de portugueses e luso-descendentes nos Estados Unidos e Canadá, 3,19 milhões em África, 154.800 na Ásia, 7,54 milhões na Europa e 193.360 na Oceania.

O estudo levou em consideração o nome do emigrante, estado civil, data de chegada, cidade de origem, número de filhos, netos e bisnetos, de cada uma dessas regiões do mundo.

«Isso foi resultado de muita investigação, de muita convivência com a comunidade portuguesa. Caso não houvesse essa diáspora, Portugal teria mais de 40 milhões de habitantes», sublinhou. Fonte Diário IOL


Deco está pronto para regressar aos relvados com a camisola do Chelsea, depois de Guus Hiddink quase ter dado por terminada a época para o internacional português. No entanto, o médio esteve nos dois jogos da selecção nacional, e agora está apto para defrontar o Newcastle, na Premier League. Ao site do Chelsea, porém, Deco lembrou as dificuldades de Portugal para chegar ao Mundial-2010.

«Foi benéfico ter feito alguns minutos, claro que preciso de mais jogos, mas foi bom jogar e ganhar [à África do Sul]. É certo que tratava-se de um particular, no jogo de apuramento [com a Suécia] não marcámos e aço que estamos com problemas em qualificarmo-nos, mas, se vencermos os últimos cinco jogos, talvez tenhamos hipótese», admitiu o internacional português.

Depois, Deco passou em revista a história da lesão muscular que preocupou Guus Hiddink: «Na semana anterior tinha treinado bem e muito e estava confiante. Senti uma dor e foi uma desilusão. Mas recomecei uns dias depois e tive esperança de jogar esta temporada.»

Assim, «o importante é estar recuperado e poder ajudar a equipa nos encontros que faltam», o primeiro dos quais frente ao Newcastle, que esta semana nomeou Alan Shearer como técnico.

«Mudaram de treinador, portanto, no primeiro jogo há sempre uma grande reacção, sei que Shearer é como um deus, foi um grande jogador do Newcastle e que o clube está num buraco, mas vamos ver o que acontece e, como é evidente, acho que conseguimos vencer», concluiu Deco. Fonte MaisFutebol por ESTELA SILVA /LUSA


A selecção portuguesa de sub-21 ficou integrada no Grupo B do Torneio de Toulon, juntamente com as selecções do Chile, Qatar e da anfitriã França, prova a ser disputada de 03 a 12 de Junho.

A equipa portuguesa defrontará, no primeiro encontro, a selecção do Chile, no dia 04 de Junho, seguindo-se o jogo com a França no dia 06, enquanto o embate com o Qatar disputa-se a 08.

As meias-finais estão agendadas para o dia 10 de Junho, enquanto a disputa do terceiro lugar será no dia 12, dia em que se joga igualmente a vitória no torneio.

Ausente do torneio desde 2007, ano em que disputou o terceiro lugar com a Costa do Marfim, perdeu nas grandes penalidades, Portugal arrecadou já três triunfos, tendo o último sido em 2003, ano que contou com a presença do internacional Cristiano Ronaldo.

As selecções do Egipto, Emirados Árabes Unidos, Argentina e Holanda compõem o Grupo A. Fonte O JOGO
1-0 Eliseu 25'



2-0 Yannick Djaló 88'


A Dinamarca e a Hungria colocaram hoje mais pressão nas equipas que as perseguem na luta pelo apuramento para o mundial de futebol, Portugal incluído, ao vencerem nas recepções a Albânia e Malta, respectivamente.

Dinamarqueses (cinco jogos) e húngaros (seis) repartem o comando do Grupo 1, agora com 13 pontos, mas a equipa nórdica leva vantagem no "goal-average", mais sete pontos que Portugal (cinco jogos), Suécia (quatro) e Albânia (sete), as equipas que se seguem na pauta classificativa.

Em Copenhaga, os dinamarqueses necessitaram de 30 minutos para ultrapassar a defensiva albanesa e inauguraram o marcador por Leon Andreasen.

Perante uma equipa que "roubou" dois pontos a Portugal, ao impor um empate 0-0 em pleno Municipal de Braga, a Dinamarca não facilitou e, aos 37, já vencia por 2-0, desta feita com um tento de Soren Larsen.

O resultado final seria estabelecido na etapa final da partida, aos 80 minutos, com um golo de Christian Poulsen.

Em Budapeste, a Hungria abriu as hostilidades bem mais cedo, logo aos seis minutos, por Tamas Hajnal, que colocou em delírio os cerca de 35.000 adeptos húngaros presentes no Estádio Ferenc Puskas, uma rara enchente envolvendo aquela selecção.

O segundo tento magiar surgiu apenas aos 80 minutos, através de Zoltan Gera, tendo os anfitriões fechado a contagem já no quinto minuto de descontos, através de Roland Juhasz.

Num grupo em que Portugal está proibido de ceder mais pontos, se quiser lutar por uma vaga para o mundial, a selecção lusa volta a entrar em acção a 06 de Junho, no reduto da Albânia, enquanto no mesmo dia defrontam-se duas selecções candidatas, quando a Suécia receber a Dinamarca.

Quatro dias depois, os suecos voltam a entrar em acção, recebendo a equipa maltesa. Fonte Jornal Expresso
1-0 Bruno Alves 4'



2-0 Twala (AG) 56'